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Como contemplar uma alma?

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Uma busca pelas camadas invisíveis do ser

Após ver um vídeo do professor e filósofo Lucas R. Bello, uma pergunta despertou minha curiosidade… “Como contemplar uma alma?”



Quase que instantaneamente, várias outras perguntas ferveram na minha mente inquieta:
“Eu sei contemplar minha própria alma?”
“O que Deus vê quando contempla a minha alma?”
“Minha alma tem algo de singular a ser contemplado?”
“Eu sei contemplar a alma do meu próximo?”
“Como se faz, de forma prática, para contemplar uma alma?”
“Quando Deus contempla a alma humana, o que Ele vê?”

O que fiz a seguir foi meditar a respeito e tentar trazer à tona — algumas respostas (ou mais perguntas…rs), começando pelo básico:

“Há algo de útil em minha alma para ser contemplado?”

 

 

Florescer para um novo tempo

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Descobrindo a versão que nasce quando o passado já não nos serve

Quando um texto antigo volta a falar com a alma


Em 23 de setembro de 2024, fiz uma homenagem discreta a duas amigas em um post no Instagram @caixinhas.da.anne . E relendo o texto fiquei profundamente tocada ao perceber como algo que escrevi há mais de um ano voltou a falar comigo hoje, 31 de outubro de 2025.


Para uma intimidade mais profunda com Deus, 
use sua liberdade de fazer perguntas.
Ele responderá.


A hora é agora

Vivo, neste momento, mais uma fase desafiadora. Uma nova fase de vida, difícil até de colocar em palavras.

Mas Deus, em sua infinita presença — tão simples e ao mesmo tempo tão grandiosa — mais uma vez me surpreende, e me conduz a um nível mais profundo de entendimento sobre minha própria e paradoxal existência neste avatar humano.

Vejam, eu o fiz uma testemunha aos povos

⏱️ 3 min (full)


Uma vida que testemunha

Davi e a travessia entre lutas e vitórias


Quem conhece um pouco da história de Davi sabe que, verdadeiramente, ele passou por todo tipo de luta e viveu todo tipo de conflito, experimentando derrotas e vitórias. E por causa do ser humano que ele foi, o Senhor deixou registrado: 

"Eu o fiz uma testemunha aos povos" (Is. 55.4).


Desde conflitos interiores, passando por perda de filhos, decepções, vivendo traições como autor, causador e vítima, a história de Davi foi deixada para a humanidade como um referencial. Davi era uma pessoa como eu, como você, um indivíduo que não era perfeito, mas era um homem com um coração quebrantado; esse foi seu principal testemunho. 

A história de Davi e seu relacionamento com Deus foi uma demonstração, uma prova de que quando erramos, podemos e devemos voltar todo o nosso ser a Deus, para sermos tratados, corrigidos e curados.

Conhecer plenamente como sou plenamente conhecido

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Um convite de Agostinho e de Deus para mergulhar no único olhar que nos conhece plenamente.


O ser humano só procura conhecer aquilo que ama. Se alguém ama a Deus, vai procurar conhecê-Lo, vai procurar meditar, refletir e pensar sobre Ele, sobre o ser que Ele é.  É por isso que Agostinho usa I Co. 13.12 em sua confissão: 

"permite-me que te conheça plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido."

Cada vez que se conhece mais sobre Deus, mais é possível conhecer a si mesmo, em verdade e na verdade, pois somente Deus conhece plenamente cada ser humano. Essa área de conhecimento, profundo, íntimo e secreto, é uma área inacessível aos terapeutas, psicólogos e psicanalistas. Essa área do conhecimento do ser, é e está acessível apenas para Deus, podendo ser inclusive acessível a cada um de nós,  Se, (e somente se) buscarmos conhecê-Lo plenamente.


Complementares para devocional:

"Senhor, tu que me conheces, permite-me conhecer-te; permite-me que te conheça "plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido" (I Co.13.12). (Confissões de Agostinho - livro 10 - texto 1 - 1ª frase)


Texto: I Co. 13
Louvor: Sobre Ele - Amanda Rodrigues
Livro: O Amor Andou Entre Nós

Dá-nos dessa água!

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Jesus respondeu: 

"Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna". João 4: 13, 14 NVI



Quem não quer beber dessa água? Você quer? Eu quero! Beber de uma água que se transforma numa fonte, jorrando mais dessa mesma água ... e ainda continuamente ... claro que sim. Isso reflete a transformação de algo inútil, supérfluo e momentâneo, em algo útil, essencial e eterno.

Ninguém desejaria ser inútil. Alguns sinônimos de inútil são de causar arrepios. Veja alguns: 

  • Desnecessário: acessório, supérfluo, dispensável, frívolo.
  • Infrutífero: fracassado, ocioso, frustrado, infecundo, improdutivo, perdido.
  • Imprestável: desútil, nulo, ineficaz, vão, fútil, inaproveitável.
Precisamos nos manter conectados a essa água divina, manter um relacionamento contínuo com o Pai, a fim de nos tornarmos úteis para o que realmente importa: a vida. É hora de produzirmos amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Não há lei contra essas coisas. Nenhum impedimento. Basta querer obedecer a um único mandamento: "Ame o seu próximo como a si mesmo".

"SENHOR, dá-nos de beber da água da vida, da água que só tu tens, da água que vem de ti. Produz em nós essa fonte útil, abundante, divina e eterna. Faz-nos entender tua Palavra e teu coração. Continuamente. Eternamente. Amém."


Imagem: internet

Jesus x Botânica?

Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês… um ramo não pode produzir fruto se não estiver na videira…

(João 15:4, NVT)


Você já refletiu sobre a profundidade e a importância dessa analogia apresentada por Jesus? 

O entendimento dessas palavras pode variar de pessoa para pessoa, mas com um pouco de reflexão, estudo e curiosidade, é possível captar o verdadeiro sentido da mensagem.

Para facilitar a compreensão, há um vídeo que explica como a seiva de uma planta “anda” em seu interior. Ele mostra o mecanismo de condução da seiva, mesmo contra a gravidade, e sem a presença de um coração ou órgão contrátil.

Clique aqui para assistir o vídeo sobre: Mecanismos de Condução de Seiva.

Agora, proponho uma reflexão:

  • Por analogia, Jesus é a videira, o Pai é o lavrador e a Palavra seria a seiva (ou talvez a seiva represente o Espírito Santo?).
  • Nesse contexto, quem seria o sol? Quem seria a água?
  • E se nós somos os ramos, o que representam os frutos?

Permita-se meditar sobre essas perguntas e perceber como cada elemento da analogia se conecta com a vida espiritual e a relação com Deus.

 


Imagem: internet

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta. Todo ramo que dá fruto, ele poda, para que produza ainda mais. Vocês já foram limpos pela mensagem que eu lhes dei. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Pois, assim como um ramo não pode produzir fruto se não estiver na videira, vocês também não poderão produzir frutos a menos que permaneçam em mimSim, eu sou a videira; vocês são os ramos. Quem permanece em mim, e eu nele, produz muito fruto. Pois, sem mim, vocês não podem fazer coisa alguma. (João 15.1-5 NVT)

🍇 Curiosidade: O que o Chat GPT respondeu sobre a analogia?

 

Se seguimos a analogia apresentada:
  • Jesus como a videira: Ele é a fonte de vida e sustento espiritual. Sem Ele, nada pode florescer.
  • O Pai como lavrador: Deus cuida, poda, orienta e cultiva o que é frutífero em nós, permitindo crescimento e transformação.
  • A Palavra ou Espírito Santo como seiva: A energia que circula e mantém a vida nos ramos — pode ser tanto a Palavra que nos guia quanto o Espírito que nos habita, fluindo em nosso interior.

Quanto
ao sol e à água, podemos interpretá-los como elementos externos e vitais que nos nutrem:
  • O sol poderia ser a graça e o amor de Deus que iluminam nosso caminho.
  • A água poderia ser a fé, a oração ou a comunhão com Deus, que nos mantém vivos espiritualmente.

E se
nós somos os ramos, então os frutos representam as ações, atitudes e  transformações que manifestamos no mundo — o amor, a bondade, o perdão, a generosidade. E os frutos são visíveis; demonstram que permanecemos na videira e que a seiva da Palavra, do Espírito circula em nós.

Essa analogia nos convida a examinar nossa vida espiritual
  • Estamos de fato conectados à videira?
  • Estamos permitindo que a seiva flua e que os frutos apareçam?


O fundo do silêncio


No fundo do meu silêncio, Deus habita em Espírito e eu, em espírito, habito em Seu esconderijo. 


Em I Coríntios 6.19a (NVT) a Palavra diz: Vocês não sabem que seu corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vocês e lhes foi dado por Deus? Se sou habitação do Espírito Santo de Deus, então posso afirmar que Ele sabe como é a minha existência, só Ele sabe como é estar na minha pele. Ele está na minha pele. As minhas mãos são as mãos dele; os meus pés são os pés dele.

"SENHOR, gostaria de saber algo: Como é estar em minha pele? É interessante? Repugnante? Emocionante? Gostaria de seu feedback, preciso dele; com certeza será bem diferente da minha leitura, pois sou tendenciosa para o auto engano e para auto sabotagem. Somente suas impressões me interessam. O que ando falando, sentindo, vendo e ouvindo tem alegrado o seu coração?" 

"SENHOR, talvez me responda quebrando o meu silêncio, talvez permaneça em silêncio dentro do meu silêncio. De uma forma ou de outra, Tu sempre transformas cada silêncio meu em quietude, paz e serenidade. Obrigada por essa graça. Obrigada por me fazer sentir Sua presença e amor."


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Nem todo teólogo é embaixador de Cristo


Qualquer teólogo bem formado e sério pode dar uma aula sobre o amor de Deus; pode explicar o que é esse amor baseando-se na Bíblia, citando livro por livro e detalhando versículo por versículo. 


Um bom teólogo pode ensinar como praticar o amor de Deus ao expor o conteúdo de 1ª. Coríntios e pode até emocionar, manipular uma plateia...
...no entanto, qualquer ensino sobre o amor de Deus deve promover uma reflexão e selar a mensagem com um selo, um timbre de embaixador e, Embaixador de Cristo.



É fato que estamos na pós-modernidade, o ambiente é moderno, se modifica, evolui, mas a espiritualidade cristã não se modifica; Deus foi, é e sempre será Deus. A espiritualidade cristã é a mesma no tempo dos cavalos e a mesma no tempo dos carros. E é o Espírito quem incute, exorta e ensina sobre o que é ser um Embaixador de Cristo (2Co.5.20; Ef.6.20).


Infelizmente (ou felizmente) a última palavra não é e nunca foi de quem a diz (ou de quem a escreve); a última palavra é e sempre será de quem a ouve (ou de quem a lê); pois Deus falou e continua falando, deixou registrado e documentado, tudo o que é bom, tudo o que é perfeito e agradável, tudo o que pode conduzir o homem à esperança da glória e à vida eterna, mas é o homem quem decide como proceder e o que praticar.


Em geral, o homem pós-moderno parece ser perspicaz, mas é ridículo; ouve, mas não acata, não obedece; lê, mas não compreende; vê, mas não enxerga; o homem pós-moderno vive envolto numa bolha de inércia, dentro de um mundo já acelerado, com a quinta marcha passada. Um homem tão míope e cruel, pode não entender a mais simples analogia, mesmo que desenhada.

Dessa forma, é possível concluir que qualquer homem, dessa louca era pós-moderna, pode conhecer o amor de Deus, mas cabe somente ao Embaixador de Cristo viver e praticá-lo.



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A Prosperidade do Deus Enlatado


Como embaixadores do Reino de Deus, Embaixadores de Cristo, todos nós, cristãos fomos comprados por um alto preço e não somos mais de nós mesmos (1Co.6.19,20). 


Somos encarregados de chefiar a missão de amar (Jo.15.17); para isso fomos capacitados como “funcionários diplomáticos do mais alto nível”. 


Somos embaixadores com plenos poderes para representar o Reino de Deus (2Co.5.20; Ef.6.20); gozamos de inúmeros privilégios previstos pelo Pai, assim como os embaixadores terrenos possuem por causa da Convenção de Viena (1). Até os membros da família de um embaixador (terreno, natural) são protegidos por privilégios, imunidade e inviolabilidade (2). 

"Será que os familiares dos embaixadores cristãos também não estariam protegidos por Deus?", "O que é necessário para fazermos o que fomos chamados a fazer?"

Embaixadores de Cristo não precisam jejuar e orar por questões financeiras; Embaixadores de Cristo recebem tudo o que precisam para executar suas responsabilidades e funções; Embaixadores de Cristo precisam somente se posicionar para dar um basta, um impeachment no corporativismo cristão e na teologia da prosperidade, pois o amor ao dinheiro está com suas garras, enforcando a espiritualidade cristã. 

É hora de “saltarmos” dos nossos discursos superficiais e sermos intensos, viscerais, a fim de não só apresentarmos uma nova proposta de reflexão, mas de sermos uma nova reflexão. Deus enlatado não existe


Deus enlatado não existe.
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Notas:

Há um novo coração disponível?


A insensibilidade ao amor de Deus talvez seja o pior mal dos últimos tempos (Mt. 24.7). Nunca em tantos anos e séculos a humanidade precisou tanto de um novo coração como agora. Será que existe um “How to do...” para transformar o hedonismo em altruísmo? 


O melhor caminho (talvez o único) para uma humanidade altruísta está no amor de Deus. Seria uma resposta à intercessão do Apóstolo Paulo: 

Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus. (Efésios 3:16-19-NVI)


Se a humanidade compreendesse o amor e a natureza de Deus, muito provavelmente teríamos um mundo muito melhor. Na atualidade, o que se destaca são as pessoas que, em sua essência, se tornam cada vez mais egoístas; pensam mais no que Deus e os outros podem fazer por elas, do que elas podem fazer para servir a Deus e ao próximo. 

Na realidade, não deveríamos nos frustrar com esta situação, pois fomos avisados há muito, através do apóstolo Paulo, em II Tim. 3.1: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis”; outra versão diz: “tempos trabalhosos”; outra, ainda diz: "penosos"; são versões suficientes para entendermos que se trata de tempos difíceis. 

Sim, estamos nos últimos dias; sim, estamos em tempos difíceis. 

Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará (Mt.24.12). São as pessoas que cada vez mais cheias de si mesmas, pensam e criam leis, inovações e soluções “brilhantes” que favorecem cada vez mais o indivíduo e não a vida em comunidade. Falar em humanidade e comunidade, já virou fábula ou conto de fadas. Aliás, está mais para fábula.

Sim, estamos nos tempos de Atos 2.17 (tempos atuais) - Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos...-, no entanto parece este presente de Deus não estar promovendo mudanças. Por que o aumento da maldade (Mt. 24.12) é mais predominante que o derramar do Espírito de Deus (At. 2.17)? Encontramos a resposta na própria Palavra. 

A Bíblia explica a Bíblia. 

Em II Co. 4.4 lemos: O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. O homem está sendo enganado. Até quando?

Há pessoas enganadas em todas as religiões, inclusive no cristianismo. Pessoas interessadas em poder, riqueza e fama, vemos por todas as sociedades globais. Pessoas interessadas em transcendência, significado e comunidade são raras. Deixo ao leitor algumas perguntas para reflexão:

1. Pode acontecer uma verdadeira e profunda mudança na humanidade?  

Nada é impossível para Deus (Lucas 1:37-NVI). 

2. O amor de Deus pode ser mais influente que a maldade?

Nada é impossível para Deus (Lucas 1:37-NVI). 

3. Há um novo coração disponível para o homem?

Nada é impossível para Deus (Lucas 1:37-NVI). 

 

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Digitais do Criador | Evidências desde o princípio


Espero sinceramente que você tenha lido e refletido sobre a última postagem, com uma das confissões de Agostinho. Se ainda não leu, faça isso antes de ler o texto abaixo.


Deus vem se manifestando à humanidade desde o princípio (Gn.1.1). A iniciativa sempre veio dele, vem dele e sempre continuará vindo por parte dele. As digitais do criador estão espalhadas pelos 4 cantos dessa terra até seus confins. Não há como negá-lo. Deus está na biologia, está na gravidade ou na falta dela, está na velocidade da luz, na termodinâmica, na eletrostática, em tudo. 

A eletricidade presente em forma de luz elétrica, dentro de numa lâmpada incandescente, foi descoberta e patenteada em 1879 por Thomas Edison. Mas desde quando existia a eletricidade? Desde sempre. Ela sempre esteve presente na natureza. Ela simplesmente foi descoberta. Ela estava presente desde o princípio. 

E a energia eólica, gerada pelo vento? Sempre existiu. A energia solar, gerada pelo sol? Seja o fogo que vem da natureza, seja o vidro que também vem dela ou todas as leis da física, não há como negar a existência de uma soberania. Toda a criação dá testemunho dá existência de Deus. Trata-se de uma revelação geral, natural e aberta. 

John Stott declarou em um artigo: 

"A iniciativa e a soberania de Deus podem ser vistas em várias situações. Ele tomou a iniciativa na criação, trazendo o universo e seus elementos à existência: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. Ele tomou a iniciativa na revelação, manifestando à humanidade sua natureza e sua vontade: “Havendo Deus outrora falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho”. Ele tomou a iniciativa na salvação, vindo em Jesus Cristo para libertar homens e mulheres de seus pecados: “[Deus]… visitou e redimiu o seu povo”.

A Bíblia menciona em Romanos 1.19-21 (ntlh):

" ... o que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro...pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso. Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. Eles sabem quem Deus é, mas não lhe dão a glória que ele merece e não lhe são agradecidos."


Que tal pensarmos mais em gratidão do que em petição? Vamos ser mais gratos? 

Sejamos gratos e adoremos ao nosso Deus que nos criou, que nos formou, que nos deu um corpo, uma alma e um espírito. Nos deu sentidos, emoções, inteligência, consciência, além de um lindo planeta para viver. 

Reconheça a existência de Deus e faça a sua oração de gratidão.



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Alguma coisa a respeito dele


A imensa, variada, genial e ampla criação do universo dá testemunho de sua existência. 


Conheça abaixo um dos textos das Confissões de Agostinho (texto 9 do livro 10).


"O que é isto?", perguntei à terra. E ela me respondeu: "Eu não sou ele". E tudo o que nela existe me deu a mesma resposta. 

Perguntei ao mar e às profundezas e aos seres rastejantes, e eles responderam: "Nós não somos o teu Deus. Procure acima de nós". 

Perguntei ao ar fugaz, e todo o ar com seus habitantes me respondeu: "Anaxímenes se enganou; eu não sou Deus". 

Perguntei aos céus, ao sol, à lua e às estrelas. "Nós não somos o Deus que tu procuras". E eu repliquei a todas as coisas que cercam a porta de minha carne: "Vocês me falaram do meu Deus afirmando que não são ele. Digam-me alguma coisa a respeito dele". E elas todas em uníssono clamaram: "Ele nos criou". Minhas perguntas dirigidas a todas essas coisas nasceram de minhas reflexões sobre elas: e a beleza delas me deu a resposta.

Voltei-me então para mim mesmo e disse: "Quem é você?". E eu respondi: "Um homem". E, vejam, em mim se apresentam minha alma e meu corpo: aquela por dentro, este por fora. Em qual dos dois devo procurar Deus? Eu o procurara no corpo desde a terra até o céu, chegando até onde conseguiam chegar meus mensageiros, os raios de meus olhos. Mas o melhor é o ser interior, pois é a ele, que preside e julga, que são levadas todas as mensagens físicas, da terra e do céu e de tudo o que neles existe.

E todas as coisas responderam: "Nós não somos Deus, mas ele nos criou". 

Disso meu homem interior tinha conhecimento graças ao ministério do homem exterior. Eu, o homem interior, sabia disso. Eu, o intelecto, por meio dos sentidos do corpo, perguntei a toda a estrutura do mundo acerca de meu Deus. E ela respondeu: "Eu não sou ele, mas ele me criou".

Confissões de Agostinho - Livro 10 - Texto 9

 

Toda a criação testemunha a existência de Deus
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Hei...você! Pronto pra fazer a diferença?


Deus quer usá-lo para que faça diferença no mundo dele. Ele quer atuar por seu intermédio. O que importa não é a duração da sua vida, mas a contribuição que você ofereceu. Não quanto viveu, mas como viveu. Se você não está envolvido em algum serviço [...] que desculpa tem dado? 



Abraão era velho, Jacó era inseguro, Lia não tinha atrativos, José foi maltratado, Moisés gaguejava, Gideão era pobre, Sansão era codependente, Raabe era imoral, Davi teve uma amante e todo tipo de problemas familiares, Elias tinha tendências suicidas, Jeremias era depressivo, Jonas era relutante, Noemi era viúva, João Batista era no mínimo excêntrico, Pedro era impulsivo e temperamental, Marta se preocupava demais, a samaritana teve vários casamentos fracassados, Zaqueu era indesejado, Tomé tinha dúvidas, Paulo tinha saúde fraca e Timóteo era tímido. 

Aí está uma boa variedade de pessoas desajustadas, mas Deus usou cada uma delas em sua obra. Ele também o usará, se você parar de apresentar desculpas. 
Trecho do livro 'Uma Vida com Propósitos - Para que estou na terra?' de Rick Warren - publicado em português pela Editora Vida

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos. Efésios 2.10, (NVI)

Pense sobre o seu propósito de vida.
Aceite esse chamado.




Não foi castigo, foi amor


Então disse o Senhor Deus:

“Agora o homem se tornou como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Não se deve, pois, permitir que ele também tome do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sempre”.
Por isso o Senhor Deus o mandou embora do jardim do Éden para cultivar o solo do qual fora tirado. Depois de expulsar o homem, colocou a leste do jardim do Éden querubins e uma espada flamejante que se movia, guardando o caminho para a árvore da vida.
(Gênesis 3:22–24)


Uma leitura que pede profundidade

Há algum tempo sinto uma vontade profunda de compartilhar com você a minha visão sobre essa passagem.

Muitos entendem a retirada do homem do jardim do Éden como um castigo, motivado por ira ou punição divina. Antes de apresentar minha reflexão, porém, é necessário contextualizar algo essencial.


A Consciência da Experiência


Quero estar num lugar de descanso...

...num lugar onde o passado não me encontre. Sei que esse lugar existe, quero encontrá-lo e permanecer nele, para sempre. Quero estar segura e me sentir no esconderijo desse amor perfeito.


Como permanecer num lugar seguro se nosso corpo precisa viver, respirar, interagir e existir? Não é possível fisicamente permanecermos vivos e em total segurança, em qualquer que seja o esconderijo. É possível descansar, sim, mas apenas espiritualmente, porém é necessário deixar o amor de Deus entrar em nosso homem interior. Precisamos permitir o acesso do Espírito Santo de Deus em nosso coração.

Eu encontro descanso somente nos braços do Pai. Cada momento em que isso acontece e que me dou conta de onde estou, procuro aproveitar ao máximo, a presença do Pai. Só Ele tem o toque mais puro e o amor mais seguro do mundo.

Acabo de viver um dia muito estranho, cheio de sentimentos novos e desconhecidos. Tentei encontrar palavras que explicassem o significado dos meus sentimentos, mas não as encontrei. Só nesse dia eu percebi que a consciência leva um tempo para filtrar cada experiência que vivemos. 

Não consigo compreender minhas emoções aos olhos naturais. Simplesmente não consigo. Agora, por exemplo, não consigo nem dormir, preciso apenas escrever para tentar encontrar o fio da meada e compreender como cheguei até aqui; triste, esquisita, com saudade não sei do que, com fome não sei do que. 

Me esforço, sinceramente para entender o comportamento humano, mas não alcanço esse objetivo. Ao mesmo tempo quero o colo de pai, o colo que tive com 6 anos de idade; quero voltar no tempo e esperar......ser chamada de filha amada e querida. 

Sei que cada um dos meus anos, todos, foram escritos por Deus e se Ele fez assim é por que sou capaz de viver cada um deles. Até quando assim Ele determinar. Preciso decidir apenas por confiar nEle, pois Ele é quem me guarda, só Ele tem os braços de descanso que procuro, só Ele entende o que sinto, por que só Ele conhece todas as minhas dores. Eis-me aqui Senhor.

E eu irei por aí levando essa identidade,
E eu irei por aí sabendo ser amada de verdade,
E eu irei por aí sabendo que se eu venho e vou,
Num só lugar estou, guardada em Teu amor...


Imagem: internet

Hei 'cara pintada', onde está aquela atmosfera contagiante?


A atmosfera que criamos


Mais do que criar coisas, criamos ambientes

Muito além de criar, produzir ou inventar coisas, o ser humano é capaz de gerar algo ainda mais poderoso: uma atmosfera. Onde quer que esteja, especialmente quando em grupo, o ser humano influencia o ambiente ao seu redor. Essa é uma habilidade natural, quase intuitiva.


Quando há unidade, algo se move 

Quando as pessoas estão em harmonia quanto ao objetivo de uma reunião ou evento, uma atmosfera específica se forma.

Pensemos, por exemplo, em uma grande manifestação. Se ela for pacífica, planejada, conduzida com ordem, decência e organização, e se tiver objetivos claros, conseguirá comunicar suas reivindicações com eficácia.

Não importa o porte do evento, seja com centenas, milhares ou milhões de pessoas. Quando há unidade e propósito comum, o grupo alcança uma atmosfera contagiante, coerente com seu objetivo principal.

Todo evento gera resultados. A questão é que esses resultados podem ser positivos ou negativos, conforme a atmosfera que se cria.


O ambiente que temos alimentado

Percebo, nas redes sociais, uma atmosfera de revolta da população brasileira contra o governo. Não tiro a razão de ninguém, e não é esse o meu objetivo aqui. O que proponho é apenas um convite à percepção do ambiente que estamos construindo.

Vejo postagens agressivas, marcadas por uma linguagem ríspida, grosseira e, muitas vezes, ignorante. Protestar é necessário, sim. Mas protestar exige clareza, argumentação e consciência.

"Quem não sabe se expressar acaba não comunicando, apenas contaminando."

 

Do virtual ao real

Se o ambiente virtual já se mostra assim, o prognóstico para o espaço físico e presencial não é dos melhores.

Todo cidadão tem direitos, é claro. Mas quando a manifestação se torna violenta ou agressiva, perde-se a razão e junto com ela, a força do discurso. O que nos falta, talvez mais do que coragem, é uma cultura verdadeiramente politizada.


Um outro cenário possível


Imagem: Internet

Nos próximos dias deste mês de agosto, seria belo sentir pelo país uma brisa morna, quase como uma maresia simbólica, capaz de gerar uma atmosfera de amor à pátria em todo o território brasileiro.

Devemos, sim, expressar nossa insatisfação. Mas de forma concisa, apaixonada e memorável. É hora de abrir as bandeiras nas janelas. É hora de liberar o grito sufocado desde 2014. É hora de gerar uma atmosfera de amor, amor ao chão que pisamos, à terra em que nascemos.


A verdade é uma criatura sensível


Entre o crer, a fé e a verdade


A verdade em tempos relativizados

Vivemos em um mundo imerso na atmosfera de uma verdade relativizada.

Cada vez mais, as pessoas deixam de acreditar em uma verdade absoluta. Cada um constrói a sua própria versão da verdade, moldada para se ajustar ao próprio modo de vida e muitas vezes, para justificar as escolhas pessoais.


A busca é pessoal e intransferível

Creio que todo ser humano é chamado a procurar, pesquisar, estudar, conhecer, buscar e continuar buscando. Buscar as perguntas sem respostas. Os acontecimentos sobrenaturais. O que não se explica facilmente.

Por isso, deixo aqui meu conselho: 

"Não fique esperando. As respostas não chegam simplesmente até você. Se você não as procurar, não as encontrará. Quem procura, acha; quem busca, encontra."

 

Quando tudo desmorona

Aos 36 anos, após um AVC isquêmico de tronco encefálico, perdi muitas coisas. 

Mas não perdi a capacidade de raciocinar. Eu ainda conseguia refletir e discernir.

Foi então que percebi que precisava tomar um posicionamento definitivo na minha vida. Mesmo sem os alicerces mais básicos como coordenação ou profissão, eu iniciei uma jornada de autoconhecimento.

Comecei tudo novamente, mas desta vez com tijolos selecionados.

Tijolos que haviam restado da implosão.


O primeiro tijolo: crer

Após muitos momentos de profunda reflexão e meditação, escolhi um dos tijolos que sobraram: o crer.

Naquele momento da minha vida, eu só tinha o crer.

Eu ainda não tinha fé nem na minha própria existência.

Descobri, então, algo essencial: é impossível alguém ter fé e permanecer o mesmo. E eu ainda não havia mudado. Internamente, continuava a mesma: uma menina birrenta.


A centelha que inicia a travessia

Le Pont Japonais (Monet)
Imagem: internet

Meu primeiro objetivo foi desenvolver uma centelha de fé. Uma faísca, que fosse.

Comecei por ela. Busquei conhecimento, direção, fundamento. Estudei a fé. E compreendi que ela é como uma ponte invisível, uma ponte que liga o natural ao sobrenatural, e pela qual é preciso caminhar.


Crer não é o mesmo que fé

Aprendi que crer e fé não são a mesma coisa.

Aprendi também que sou responsável por demonstrar a fé.

“Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos
e a prova das coisas que não vemos.”

Assim, compreendi que a fé é composta de duas dimensões:

  • crer (Hb 11:1a)
  • agir (Hb 11:1b)


Fé é resultado, não ponto de partida

Percebemos, então, que a fé é o resultado, o produto da soma de duas coisas distintas:

>> Crer + agir.

Fui agindo. Coloquei em prática o que aprendi na minha própria existência. E a mudança aconteceu. De dentro para fora.

E ainda segue acontecendo, pois ainda estou andando pela ponte invisível.


Onde a verdade se revela

Para descobrir a verdade, foi necessário tirar os olhos da cultura, da tradição e das regras. Foi preciso quebrar paradigmas e destruir sofismas. Foi necessário tirar o foco do movimento das águas, desviar o olhar do tanque de Betesda e ouvir as palavras de Jesus (João 5:1–9).


A verdade que liberta

"E conhecerão a verdade, 
e a verdade os libertará."
(João 8:32)



O grito do coração


E muitos o repreendiam, para que se calasse (Marcos 10: 48a)


Você pode conhecer muito bem essa passagem bíblica que retrata o clamor de um cego que mendigava à beira do caminho. Ele ouviu o barulho de uma multidão e soube que era por causa de Jesus que passava por ali. Bartimeu começou a clamar e as pessoas o repreendiam, mandavam que ficasse quieto, que se calasse, mas ele clamava cada vez mais << Filho de Davi, tem misericórdia de mim! >>.

Deus nunca rejeitou, não rejeita e nunca rejeitará o grito de um coração sedento. Foi por isso que Jesus, em um determinado momento, parou tudo e chamou aquele que clamava. Jesus parou no momento que identificou << tem um coração que me chama >>. Quando Deus manifesta Sua presença, ali está o Seu poder com Ele. E a presença de Deus é atraída pelo homem interior (leia-se coração ou espírito) sedento, sincero e verdadeiro. 
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo." Salmo 46: 1 - 4
Não permita que os 'montes' deste mundo te levem à angústia. Seja a religiosidade, as lutas familiares ou a fôrma imposta pela educação. Não permita que os 'montes' tentem calar o grito de seu coração. Seja a corrupção política, a manipulação dos meios de comunicação ou as mensagens subliminares das artes e do entretenimento. Não se assuste, não se intimide, por nada, nem mesmo pelas regras do comércio, seja a dificuldade financeira, seja a ganância. Dê voz ao seu coração!  
"O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração." I Samuel 16.7b.

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http://www.conhecerdeus.org.br/

Mais sutil do que a perspicácia

 

"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus."

FiIipenses 4:6


Quando a bênção cai do céu


Imagem: internet

Já viu aqueles aviões que lançam alimentos em regiões atingidas pela fome? 

Grandes volumes são despejados do alto, presos a paraquedas, sobrevoando regiões extremamente carentes.

Mesmo quando os alimentos ainda estão no ar, já é possível imaginar a algazarra e o alvoroço dos humanos em terra. Quando os suprimentos finalmente tocam o chão, centenas de pessoas surgem ao redor. Não é raro que se formem tumultos, brigas e até conflitos.


Qual a natureza da fé?

A fé tem duas naturezas; uma natural e outra sobrenatural. 


Suas diferenças são completamente opostas. Mas o que é fé? Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. [Hebreus 11:1]


Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las”. E prosseguiu: “Assim será a sua descendência”.

Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las”. E prosseguiu: “Assim será a sua descendência”.


A fé natural - Ver para Crer


O melhor exemplo para ilustrar a fé natural está em um episódio da vida de Tomé. Tomé participou da última ceia, testemunhou a prisão, a condenação e o sofrimento de Cristo, assim como sua crucificação e morte. Após três dias, os discípulos começam a relatar que Cristo está vivo e que apareceu a eles. Tomé não estava nessa ocasião e ao ouvir essa notícia diz: "Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei.". Uma semana mais tarde, Cristo aparece a Tomé e lhe dirige a palavra: "Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia.". Nesse momento Tomé crê e responde: "Senhor meu e Deus meu!". Então Jesus lhe diz: "Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram.". [João 20]

A fé natural é a fé dos racionalistas. É baseada no que se pode provar. É acreditar que o homem já foi à lua por causa das evidências. É acreditar que a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa porque se prova matematicamente. É acreditar na existência dos micróbios porque são vistos através de microscópio. A fé natural é uma fé vazia de qualquer poder sobrenatural; é a fé do mundo pós moderno.

Ao exercer somente a fé natural será impossível a alguém, obter resultados sobrenaturais. A fé natural produz unicamente resultados naturais; mas se você deseja resultados sobrenaturais, se deseja receber o impossível de Deus deverá exercer um outro tipo de fé.