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Uma reflexão sistêmica sobre os caminhos interrompidos da vida
É também um tema interessante porque ele não aponta necessariamente para “culpa” ou “erro”, mas para circunstâncias da jornada da vida, ou até fluxos afetivos que talvez não tenham encontrado fechamento, reconhecimento ou continuidade natural.
Pessoalmente tive vários vínculos interrompidos. Só na infância, revivo vários. O mais marcante foi a separação dos meus pais. Lembro-me, até hoje, da reunião na mesa do terraço, no sítio. Eu tinha 9 anos. Olhando para meu pai e minha mãe, ouvi a promessa: 'nada vai mudar'. Pois essa foi uma das maiores mentiras que já me contaram… TUDO MUDOU! Lembro da excelente escola francesa que eu amava e respeitava profundamente, de onde fui simplesmente “arrancada”, literalmente, do dia pra noite. Lembro com profunda saudades de uma grande paixão na pré-adolescência, que também foi interrompida… tudo contra a minha vontade.
Na vida adulta ainda tenho inúmeras situações em vários campos: pessoal, emocional, espiritual-religioso, profissional.
Não sei com você, mas esse tema - vínculos interrompidos - é muito forte pra mim, pois envolve:
