Quando vou parar de “sofrer” as mudanças?

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Uma reflexão sobre mudança, hábitos mentais e consciência


Mudanças raramente chegam de uma vez.
Muitas se repetem até moldar tudo.


Há textos que não apenas informam: revelam. Foi o que aconteceu quando li o artigo do meu amigo, mentor e filósofo pessoal, Edmundo Conde, no qual ele aborda a resistência às mudanças e o funcionamento do cérebro. Uma ocasião de absurda sincronicidade com minha atual fase de vida.

Ao ler seu texto, compreendi que minha resistência aos modelos e hábitos mentais não era apenas simbólica ou emocional, era também física, explicada pelo funcionamento dos gânglios basais, localizados no mais profundo centro do cérebro.

Percebendo esse aspecto físico, algo se organizou dentro de mim. Não porque fosse totalmente novo (eu já havia lido sobre isso), mas porque finalmente, isso ganhou nome, contorno e sentido.

Foi nesse momento que uma frase ouvida anos atrás foi “desarquivada” do meu subconsciente e retornou ao consciente, com uma clareza quase incômoda:

"Anne, sua prisão não tem grades.”

Como contemplar uma alma?

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Uma busca pelas camadas invisíveis do ser

Após ver um vídeo do professor e filósofo Lucas R. Bello, uma pergunta despertou minha curiosidade… “Como contemplar uma alma?”



Quase que instantaneamente, várias outras perguntas ferveram na minha mente inquieta:
“Eu sei contemplar minha própria alma?”
“O que Deus vê quando contempla a minha alma?”
“Minha alma tem algo de singular a ser contemplado?”
“Eu sei contemplar a alma do meu próximo?”
“Como se faz, de forma prática, para contemplar uma alma?”
“Quando Deus contempla a alma humana, o que Ele vê?”

O que fiz a seguir foi meditar a respeito e tentar trazer à tona — algumas respostas (ou mais perguntas…rs), começando pelo básico:

“Há algo de útil em minha alma para ser contemplado?”

 

 

Florescer para um novo tempo

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Descobrindo a versão que nasce quando o passado já não nos serve

Quando um texto antigo volta a falar com a alma


Em 23 de setembro de 2024, fiz uma homenagem discreta a duas amigas em um post no Instagram @caixinhas.da.anne . E relendo o texto fiquei profundamente tocada ao perceber como algo que escrevi há mais de um ano voltou a falar comigo hoje, 31 de outubro de 2025.


Para uma intimidade mais profunda com Deus, 
use sua liberdade de fazer perguntas.
Ele responderá.


A hora é agora

Vivo, neste momento, mais uma fase desafiadora. Uma nova fase de vida, difícil até de colocar em palavras.

Mas Deus, em sua infinita presença — tão simples e ao mesmo tempo tão grandiosa — mais uma vez me surpreende, e me conduz a um nível mais profundo de entendimento sobre minha própria e paradoxal existência neste avatar humano.